Artigo aprovado no Enegep 2009

A profa. Terezinha Angeloni, o prof. Fernando Filardi e o mestrando Roberto Medeiros Jr tiveram artigo aprovado para apresentação no Enegep 2009. Abaixo o título e o resumo do trabalho. Aos autores, parabéns

Teoria das organizações: Uma Avaliação das Abordagens Predominantes das Melhores Empresas do Sul do Brasil

RESUMO

O objetivo deste artigo é analisar e identificar a abordagem administrativa predominante nas empresas da região sul do Brasil integrantes da lista das 100 melhores empresas para se trabalhar segundo Great Place to Work Institute Brasil de 2007. A fundamentação teórica está estruturada em duas partes, uma que trata das variáveis que delimitam o estudo e outra que analisa as abordagens administrativas. O método utilizado é descritivo e quantitativo baseado em um estudo de campo. Os dados foram coletados por meio da aplicação de um questionário aos diretores e gerentes de Gestão de Pessoas de todas as 20 melhores empresas representantes da região sul do Brasil, sendo que 10 delas efetivamente responderam. Os principais focos da pesquisa foram a origem da abordagem adotada pela empresa, a forma como a sociedade é vista pela empresa, como estas exploram o modelo organizacional e como definem o seu modelo de homem. As conclusões da pesquisa demonstram que as melhores empresas do sul do país vêm buscando adaptar sua abordagem administrativa às necessidades do ambiente empresarial ao qual pertencem, ajustando as tarefas à velocidade de demanda do mercado, mas especialmente humanizando e envolvendo de maneira crescente as pessoas.

Artigo aprovado no Enanpad 2009

A profa. Terezinha Angeloni,  juntamente com Ana Paula Pacheco, Youssef Ahmad Youssef e Alfredo Buraschi, teve artigo aprovado para apresentação no Enanpad 2009. Abaixo o título e resumo do artigo:

 

Competências Essenciais: Modelos de Concepção

 Resumo

O objetivo do presente artigo é o de apresentar os modelos de concepção de competências essenciais existentes na literatura, visando identificar e compreender as principais fases a serem percorridas para a implantação de competências essenciais nas organizações. O método de estudo utilizado é o de levantamento bibliográfico, sendo que o estudo da teoria tem seu foco nos modelos de concepção de competências essenciais apresentados por Resende (2000), Barney (2007), Hamel & Prahalad (1995) e Javidan (1998).   Como resultados verifica-se que não existe um modelo completo de concepção de competências essenciais, visto que cada um dos modelos estudados e apresentados neste artigo abordam partes do que se julga necessário para a realização de um trabalho desse porte nas organizações. Nesse sentido, conclui-se que um modelo completo de concepção de competências essenciais deva ser composto por quatro fases, a saber: identificação, definição, desenvolvimento e alavancagem. Enquanto que as fases de identificação e de alavancagem referem-se a competências essenciais já existentes; as demais – de definição e desenvolvimento – voltam-se para competências essenciais futuras, que ainda não existem na organização.  Tais fases são consideradas como indispensáveis, sugerindo-se que sirvam de suporte na definição de um futuro modelo de concepção de competências essenciais, mais completo do que os que atualmente são identificados na literatura.

Artigo aprovado no Enanpad – 2009

As alunas Ana Paula Adriano e Cintia de Pieri e o profesor Ademar Dutra tiveram artigo aprovado no Enanpad 2009. O Título do trabalho é: O Desempenho dos Municípios Catarinenses em face da Implantação do Programa de Modernização da Administração Tributária – PMAT
Aos autores, Parabéns.

Palestra no PPGA-Unisul – 09/03 às 19:00 horas

Nesta segunda-feira, dia 09/03 às 19:00 horas teremos a Aula Inaugural de 2009 do Mestrado em Administração, com uma palestra de Peggy Golden, PhD, Professor and Chair, Management Programs na Florida Atlantic University (Estados Unidos).

Seguem as informações acerca da palestra:

Tema da Palestra: “The importance of strategy in this crises period”.

Data: 09/03/2009

Horário: 19:00 horas

Local: Sala 1101 B

Objetivo: Oportunizar aos estudantes de graduação e pós graduação conhecerem sob outra perspectiva os reflexos da crise econômica atual e como a estratégia pode auxiliar as organizações a enfrentá-la.

Aberto ao público.

Apresentação do curso de mestrado em Administração

Aberto o período de inscrições para o mestrado em Administração da Unisul

Inscrições abertas até 04.03.2009.

INSCREVA-SE CLICANDO AQUI.

Mais informações sobre o curso aqui.

USP lança Portal de Revistas

Agência FAPESP

A Universidade de São Paulo (USP) lançou um serviço que dá acesso, por meio da internet, ao texto completo das revistas produzidas pela universidade e credenciadas pelo Programa de Apoio às Publicações Científicas Periódicas da instituição.

Trata-se do Portal de Revistas da USP, uma biblioteca eletrônica com acesso gratuito. Segundo a USP, a iniciativa tem como objetivos ampliar a facilidade de acesso dos usuários ao texto completo das publicações e possibilitar a obtenção de indicadores da produção científica, como relatórios de índices de citação e de co-autoria, além de ampliar a visibilidade desses periódicos nacional e internacionalmente.

O Portal de Revistas da USP disponibiliza inicialmente acesso a 30 títulos e prevê a inclusão dos demais títulos já credenciados e de outros à medida que atenderem aos critérios de credenciamento do programa.

A iniciativa conta com parceria do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), por meio do SciELO (Scientific Electronic Library Online), programa de biblioteca eletrônica virtual de revistas científicas brasileiras mantido pela Bireme e FAPESP.

Mais informações: www.revistasusp.sibi.usp.br

Ajuda a Santa Catarina

A Defesa Civil de Santa Catarina está pedindo doações de água potável, médicos voluntários e dinheiro aos municípios atingidos pelas chuvas. Com acessos interditados, há, no entanto, dificuldade para a entrega dos materiais. Com isso, Defesa Civil Estadual pede para os interessados priorizem as doações em dinheiro nas contas bancárias.

Banco do Brasil – Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7

Besc – Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0.

Bradesco S/A – 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1

O nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ – 04.426.883/0001-57.

Para mais informações, acesse aqui.

EUA vão liderar pós-Kyoto

ANDRÉ LOBATO, colaboração para a Folha de S.Paulo.

Não está claro quão difícil será para o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, cumprir sua promessa de tornar o país o líder mundial no debate ambiental. Um sinal de vontade política, pelo menos, já foi emitido: os EUA estão de volta à mesa de discussões sobre a crise climática mundial.

Daniel Esty, membro da equipe de transição de Obama para energia e ambiente, afirmou que o grupo acompanhará a conferência do clima deste ano em Poznan, Polônia, que debate um novo acordo global para limitar a emissão dos gases do efeito estufa. Os EUA, diz, pressionarão para que países emergentes, como o Brasil, assumam metas obrigatórias de redução de emissões. Esty –professor de direito na Universidade Yale e criador de um índice que ordena países de acordo com suas políticas verdes– falou à Folha na semana passada, logo antes de ser chamado para o grupo de transição de Obama.

Leia a entrevista aqui.

Enviado pela profa. Lenise.

Alimento para a mente (2)

“Encarando a matéria do ponto de vista psicológico, inclino-me a pensar que as descobertas científicas não poderiam ser feitas sem fé em idéias de cunho puramente especulativo e, por vezes, assaz nebulosas, fé que, sob o ponto de vista científico, é completamente destituída de base e, em tal medida, é ‘metafísica’” (p. 40).

“As teorias científicas são enunciados universais. Como todas as representações linguísticas, são sistemas de signos e símbolos [...]

As teorias são redes, lançadas para capturar aquilo de denominamos de ‘o mundo’: para racionalizá-lo, explicá-lo, dominá-lo. Nossos esforços são no sentido de tornar as malhas da rede cada vez mais estreitas” (p. 61-62)

Karl Popper. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 2001.

Faculdades reavaliarão planos para o ano que vem

Por Rafael Sigollo, de São Paulo, para o Valor Econômico.

Para enfrentar as turbulências e incertezas do mercado, empresas de diversos setores estão sendo obrigadas a cortar custos e repensar suas estratégias para 2009. Com as faculdades e universidades particulares não é diferente. De acordo com o presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado de São Paulo (Semesp), Hermes Ferreira Figueiredo, existe até mesmo a tendência de redução no preço das mensalidades no ano que vem, graças à oferta maior do que a demanda e à acirrada concorrência no setor. Enxugar as despesas sem deixar a qualidade do ensino cair é o grande desafio das instituições de ensino, que além dos alunos, dependem de sua credibilidade no mercado para sobreviver. Suspender os planos de expansão e a criação de cursos é uma das medidas mais óbvias e imediatas, ainda que haja exceções (veja matéria ao lado).

Na opinião de Figueiredo, o desafio será cortar gastos sem afetar o ensino

Mesmo com a crise, os cursos de exatas, que já são os mais caros, continuarão tendo que atualizar seus equipamentos e laboratórios. Isso se refletirá com força nas mensalidades e poderá fazer com que vestibulandos e, até mesmo quem já estuda, migrar para outras graduações mais em conta. "Cortar o orçamento de cursos nas áreas como saúde e engenharias será muito difícil para os gestores", afirma Figueiredo.

Já no curso de administração, que continua sendo o mais procurado pelos vestibulandos, e em outros de humanas, as aulas poderão voltar a ser mais "professorais". Recursos eletrônicos e interativos que eventualmente são usados para motivar a classe e tornar o assunto abordado mais lúdico são alvo fácil na crise. "O conteúdo continuará sendo o mesmo, apenas apresentado de uma forma mais simples."

Para Figueiredo, a maioria das salas de aula hoje não é formada por estudantes que trabalham, mas por trabalhadores que freqüentam a faculdade. Assim, caso as empresas comecem a demitir em conseqüência da crise, a desistência de parte do alunos será inevitável.

Manter os alunos até a conclusão da graduação, aliás, é um problema que atinge praticamente da mesma forma as instituições de ensino particulares e públicas. Em ambos os casos, a média de evasão gira em torno dos 60%, com ou sem turbulências na economia. "Mesmo quem não precisa pagar mensalidade tem de arcar com materiais de estudo, transporte, alimentação entre outras despesas", ressalta.

Na opinião de Figueiredo, encontrar maneiras de financiar o ensino superior e oferecer oportunidade de educação para todas as classes sociais é um desafio que deveria ser enfrentado com mais afinco pelo governo. Segundo ele, setores como o automobilístico, o varejo, a construção civil e as linhas aéreas se tornaram viáveis para consumidores das classes C e D nos últimos anos. "Em todos esses casos, o suporte do governo foi fundamental. Por que não vemos esse mesmo empenho em relação ao ensino superior?", questiona.

Quem tem mais pressa de entrar no mercado acaba procurando os chamados cursos tecnológicos, que duram em média dois anos, a metade do tempo de uma graduação normal. Criado para atender demandas pontuais, sazonais ou até regionais, esse tipo de curso é considerado válido pelo Semesp sob a ótica da empregabilidade e da especialização da mão-de-obra. O presidente do sindicato ressalta, porém, que o aluno não deve encarar cursos de curta duração como substitutos ao bacharelado. "A graduação dá estrutura e base para que o indivíduo se desenvolva e tenha um leque de atuação maior no mercado".

As mudanças na economia e no mundo dos negócios estão aos poucos interferindo no conteúdo programático dos cursos, que estão se tornando cada vez mais multidisciplinares. Preparar o indivíduo para saber lidar com pessoas, trabalhar em equipe e se relacionar em um ambiente corporativo são temas que já começam a aparecer até mesmo em cursos de exatas, uma vez que as empresas ainda contratam por habilidades técnicas e demitem por questões comportamentais.

"No Brasil, infelizmente, ainda temos a mentalidade de formar empregados. Nos Estados Unidos, as faculdades formam empreendedores. Mesmo que o jovem seja funcionário de alguma companhia no futuro, ele precisa ter dentro de si esse espírito empreendedor, não importa se será médico, engenheiro ou administrador."

Leia mais aqui (para assinantes).

10 questões para entender o tremor na economia

Quer entender um pouco mais o que está acontecendo com a economia mundial? Abaixo estão 10 questões fundamentais para compreendê-la. Enviado pela profa. Ana Lúcia Lopes.

Por Gustavo Patu, da Folha de S.Paulo

O que era uma onda de calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos se transformou em uma crise nos mercados de ações, de crédito e de câmbio do planeta –e os efeitos já começam a chegar ao comércio, aos empregos e ao cotidiano de todos. As próximas páginas procuram trazer à linguagem comum as origens da crise, a dinâmica do mundo financeiro e os desafios a serem enfrentados pelo Brasil.

1 – Como um momento de euforia econômica se transforma em pânico financeiro?

Crises especulativas como a atual –documentadas desde o século 17, com dimensões variadas– são sempre gestadas em momentos de juros baixos e crédito farto, mais comuns em fases de prosperidade. E a economia mundial vivia o melhor momento desde a década de 70.

O acesso mais fácil ao dinheiro reduz a noção geral de risco. Tanto profissionais do mercado quanto cidadãos comuns se tornam mais propensos a investimentos ousados, em busca de lucros mais altos e rápidos.

Nesse cenário, surgem as ‘bolhas’: um tipo de investimento -sejam ações, moedas, imóveis, empréstimos ou, em tempos mais remotos, canais, ferrovias e até tulipas- se torna uma mania e se valoriza muito além das reais possibilidades de retorno. Cria-se um círculo vicioso: quanto mais gente entra no mercado, mais ele se valoriza; quanto mais se valoriza, mais gente entra.

No caso atual, a bolha foi criada no mercado imobiliário americano, antes de se disseminar por outros mercados e países. Casas e apartamentos com preços em alta serviam de garantia para financiamentos imobiliários que ajudavam a elevar os preços. A espiral culminou em financiamentos de altíssimo risco para clientes sem capacidade de pagamento.

Os participantes do mercado sabem que a festa não vai durar para sempre. Paradoxalmente, isso estimula a corrida à especulação: os investidores querem aproveitar a oportunidade antes do estouro da bolha.

Como se sabe que a situação é insustentável, o primeiro sinal –quebra de banco, disparada de uma moeda, moratória– causa pânico geral, e todos querem fugir ao mesmo tempo e multiplicam as perdas. Decisões individuais racionais, portanto, podem levar a comportamentos coletivos irracionais.

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Avaliação de periódicos e suas repercussões no desempenho dos programas de pós-graduação em Administração

por Mozar José de Brito, editorial do Informativo ANPAD, n. 21, 2008

Os programas de pós-graduação Stricto Sensu brasileiros, e os da área de administração em particular, se encontram, mais uma vez, diante de novos desafios proporcionados pelo sistema de avaliação de periódicos. Neste texto serão apresentadas algumas reflexões acerca das últimas alterações introduzidas pela CAPES em seu sistema de avaliação de periódicos (QUALIS). Para tanto, será necessária uma breve discussão acerca da noção de Fator de Impacto (FI), como métrica de avaliação da qualidade dos periódicos. Serão aqui abordados as modificações no sistema QUALIS e os desafios que deverão ser enfrentados pelos periódicos editados no Brasil e programas de pós-graduação Stricto Sensu em administração.

Nos próximos anos, a produção científica realizada pelos grupos de pesquisa vinculados aos programas de pós-graduação em administração deverá passar uma avaliação mais rigorosa em termos de qualidade. Apesar das divergências quanto ao método de avaliação dos periódicos, a CAPES sinaliza que as exigências de qualidade da produção científica serão mais elevadas na próxima avaliação dos programas, a ser realizada em 2010. A avaliação da qualidade da produção será mensurada pelo FI dos periódicos, independente do âmbito da sua circulação. O reconhecimento desta métrica ocorreu 1955, sendo considerado como a forma mais representativa (quando comparada à contabilidade do número absoluto de publicações) de se avaliar a repercussão das publicações em periódicos. A aplicação do FI como instrumento de avaliação vem ocorrendo desde a década de 1960, quando os periódicos passaram a ser indexados na base de dados Science Citation Index (SCI). Mas, afinal, quais seriam as especificidades do FI?

Esta métrica tem por objetivo avaliar, por meio de recursos computacionais e bibliométricos, o impacto científico de um periódico, levando-se em consideração o índice de citação dos artigos nele publicados. Este indicador tem sido publicado pelo Journal Citation Reports (JCR). Apesar das críticas que recebe, por parte da comunidade científica, a sua aplicação tem ocupado espaço e inspirado outros indexadores a produzirem as suas métricas, a exemplo da SCOPUS, do grupo Elsevier e do SciELO, que já estão publicando o FI dos periódicos por eles indexados.

Desde a sua implantação, em 1998, a base de dados Scientific Electronic Library Online (SciELO) tem contribuído para a melhoria da qualidade editorial dos periódicos editados em países ibero-americanos. Esta base de dados tem produzido estatísticas sobre o uso dos periódicos, a categorização de artigos e a definição de padrões de qualidade e circulação. Este trabalho tem contribuído não só para o mapeamento do conhecimento científico veiculado em diferentes periódicos, mas também para a promoção do acesso livre e a mensuração do impacto das publicações científicas ibero-americanas. Apesar desta contribuição, os indicadores até o momento produzidos pela SciELO estão ainda em fase de consolidação. Talvez por essa e por outras razões, a CAPES tenha empregado o índice de fator de impacto publicado pelo Journal Citation Reports (JCR) como uma referência para classificar os periódicos. A avaliação dos periódicos com base no seu fator de impacto era sinalizada pela CAPES desde o início de 2001, mas somente agora ela ganhou força institucional e condições de ser operacionalizada.

Assim, no triênio 2007-2009, os periódicos serão avaliados segundo o seu fator de impacto e a sua indexação em bases de dados de elevada reputação científica. Para tanto, o conselho técnico científico da CAPES introduziu modificações na metodologia de avaliação dos periódicos publicados no Brasil e em outros países. Eles serão classificados em 8 categorias, ou seja, AI, AII, BI, BII, BIII, BIV, BV e C, sem, contudo, considerar o âmbito da circulação do periódico (se nacional ou internacional). Com esta nova classificação, a CAPES espera produzir efeitos sinérgicos positivos na qualidade da produção científica brasileira, produzida, na sua quase totalidade (85%), por docentes e discentes dos programas de pós-graduação Stricto Sensu. Esta proposição exigirá uma nova dinâmica na gestão dos referidos programas ofertados pelas IES brasileiras, em diferentes áreas de conhecimento.

Com essa nova lógica de qualificação, os periódicos publicados no Brasil poderão ser classificados em outra categoria diferente daquela que ocupava no sistema QUALIS/CAPES, vigente no triênio 2004-2006. Este reposicionamento, além de modificar o “status” de diversos periódicos, produzirá conseqüências consideráveis no desempenho dos programas da área de administração. Há forte tendência de se priorizar e valorizar para efeitos de avaliação dos programas, cada vez mais, a publicação em periódicos de alto impacto e o número de mestres e doutores titulados.

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Docentes comoditizados e a avaliação dos cursos stricto sensu

[...] E acima deste mercado de trabalho para  docentes comoditizados e onde se encontra a grande demanda e a oferta não menor de docentes está o mercado restrito, de uma boutique de alta classe,  onde operam os NDPs.  Diferentemente da maioria comoditizada são escassos, de difícil imitação e de custosa substituição. Alguns chegam a ser até  organizationally embedded, dada suas lealdades e a  longa permanência em suas instituições. Diferentemente da maioria de seus colegas não precisam dar “shawlas Tem que se especializar noutro tipo de show. Para alguns absolutamente eletrizante, para outros um pouco tedioso, cujos resultados são artigos, papers e relatórios de pesquisa onde rigor e relevância por vezes se defrontam desfavoravelmente.  Uma das nobres missões deste grupo, que é objeto da prática de uma estratégia diferenciadora, em oposição à grande maioria onde predomina a liderança em custo, é exatamente a de preparar docentes para ensinar em cursos profissionalizantes  de graduação.

O cotejo destas duas realidades aponta para uma das dificuldades da área de administração e cuja solução não parece estar no horizonte perceptível. Os critérios que nós próprios estabelecemos para avaliação de nossos cursos stricto sensu tende a aumentar esta lacuna. Não se opõe aqui afrouxamento  de critérios, mas talvez algum tipo de revisão. Um indicador importante na avaliação da competência científica e tecnológica de um país é a chamada “taxa de conversão”, ou seja, a capacidade de transformar conhecimento em produtos e serviços que dinamizem a economia e tragam benefícios à sociedade como um todo. Talvez devêssemos pensar numa taxa de conversão para que o universo do stricto sensu convertesse conhecimentos para os colegas que ensinam no grande universo  onde aguardam centenas de milhares de alunos. Isto ajudaria a diminuir a lacuna entre os dois mundos e a talvez fundir rigor e relevância.

Trechos do texto do prof. Carlos Osmar Bertero para a Anpad. Acesse o texto integral aqui.

EGOS 2009 – chamada de trabalhos

25th EGOS Colloquium

July 2- 4, 2009

ESADE Business School, Barcelona, Spain

Passion for creativity and innovation

Energizing the study of organizations and organizing

Below is the list of subtheme groups for this colloquium. When submitting your abstract you will be required to state your member number and password. If you have forgotten these data, please mail Angelika Zierer-Kuhnle (secretariat@egosnet.eu). Having submitted your abstract you will receive confirmation by e-mail.

It is only possible to submit one abstract in total. Abstracts should not exceed 3,000 words and be submitted as rtf, doc or pdf files. Please do not use txt files.

Deadline for submission of extended abstracts: January 11, 2009

Guidelines for submission of abstracts

Guidelines for submission of paper

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